O site www.thestreet.com cobre o mercado acionário americano. Em uma das suas seções, Managing Your Money, isto é, Gerenciando Seu Dinheiro, ele publicou no último dia 25/6 uma pesquisa realizada pelo seu pessoal e que escolheu os cinco melhores e os cinco piores programas de fidelidade.
O ponto de partida foi um censo realizada pela Colloquy, e publicado no ano passado. Segundo esse censo, a participação em programas de fidelidade nos EUA atingiu a marca de 1,8 bilhões, um crescimento de 1,3 bilhões em relação a 2007. O censo mostrou ainda que o domicílio médio americano inscreveu-se em 14,1 programas de fidelidade, mas participa apenas de 6,2 deles.
The Street perguntou-se por que participar em apenas 44% dos programas desenhados para recompensar compradores ativos. Talvez, cogitaram, a outra metade desses programas não tenha mostrado ser nem perto tão recompensador quanto anunciado. Oferecem uma porção de privilégios e gratuidades? Dão ao consumidor acesso adicional e serviços aperfeiçoados? Ou estão simplesmente parados lá na fila, atrás dos melhores, na medida em que o consumidor não quer juntar 100 mil pontos para obter uma tapinha nas costas.
O pessoal do The Street vasculhou regulamentos, regra, etc., e oferece para nós, de bandeja, o que consideram ser melhor – e pior – entre os programas de fidelidade.
No próximo post, começo com os melhores.
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terça-feira, 6 de julho de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Multiplus vai fazer oferta inicial de ações
Mudou o mercado ou mudei eu? Em 2002, eu saí da Datamidia,FCBi para ajudar a Varig a montar um business plan para o "spin-off" do Smiles. Fizemos o dever de casa e colocamos de pé uma empresa de 300 milhões de dólares, com investidores e tudo. Aí, a Fundação (afundação?) Rubem Berta cuidou de derrubá-la. Pela nossa cabeça, então, nem pela dos consultores da Deloitte, que nos assessoravam, passou transformar o empreendimento em uma empresa de capital aberto. Eis que agora a Multiplus mal sai das fraldas e já pula para a Bolsa. Outros tempos, outras visões, outros desafios - e outros perigos! Se um dos meus dois leitores é investidor, vale a pena ler a matéria abaixo, publicada no portal InfoMoney e republicado no blog Na Alta ou Na Baixa:
Antes de entrar na oferta da Multiplus saiba quais são os riscos envolvendo a empresa
Equipe InfoMoney:
“Investir em ações envolve uma série de riscos”. Este alerta consta no prospecto da oferta primária da Multiplus, que deverá ocorrer em fevereiro deste ano, e, certamente, deve ser acatado por todos aqueles que pensam em participar da operação. Quais serão os principais riscos envolvendo a companhia?
“Nosso principal custo operacional é a aquisição de produtos, particularmente passagens aéreas, para a entrega de prêmios aos participantes” revela a empresa. Segundo ela, diversos riscos de seu negócios decorrem exatamente destas compras.
Custos
O resultado das operações da companhia depende do número de pontos vencidos e não resgatados pelos participantes, conhecido como breakage. Este percentual é calculado de acordo com dados históricos e, caso não se mantenha nos níveis das estimativas, irá prejudicar o balanço da Multiplus.
Além disso, a empresa ressalta que não pode garantir que será capaz de repassar aos seus parceiros comerciais um eventual aumento de custos como resultado de um aumento no volume pontos resgatados.
“Se os custos de resgate em um dado exercício social excederem nossas disponibilidades de caixa, podemos não ter caixa disponível suficiente para cobrir todos os custos com resgate desse ou de exercícios sociais futuros, o que poderia causar um efeito adverso para nós” relata a companhia.
Setor
Outro perigo que o investidor deverá enfrentar é o atual estado de desenvolvimento do setor de redes e programas de fidelização no Brasil. Apesar de apresentar boas oportunidades em países europeus e nos EUA, por aqui o segmento ainda é incipiente e não existem garantias de que ele irá se desenvolver de forma similar a vista lá fora.
Por outro lado, caso os programas de fidelização se provem um negócio lucrativono país, a perspectiva de acirramento da concorrência no setor deverá penalizar os investidores. Como a própria Multiplus ressalta “não podemos garantir que o setor de redes e programas de fidelização de clientes no Brasil irá se desenvolver da forma prevista ou que o esperado aumento de competição não irá resultar em um efeito adverso para nós”.
Câmbio
Outro ponto de incerteza para o balanço da companhia, é a relação do real e seu pares internacionais, principalmente o dólar. Enquanto a maioria dos custos incorridos são denominados na moeda brasileira, a maioria das taxas recebidas pela empresa dos contratos fixados com seus parceiros comerciais é fixada na divisa norte-americana.
“As receitas provenientes de tais taxas são reduzidas quando convertidas em reais nos períodos nos quais o real sofre valorização frente ao dólar” revela a Multiplus.
Antes de entrar na oferta da Multiplus saiba quais são os riscos envolvendo a empresa
Equipe InfoMoney:
“Investir em ações envolve uma série de riscos”. Este alerta consta no prospecto da oferta primária da Multiplus, que deverá ocorrer em fevereiro deste ano, e, certamente, deve ser acatado por todos aqueles que pensam em participar da operação. Quais serão os principais riscos envolvendo a companhia?
“Nosso principal custo operacional é a aquisição de produtos, particularmente passagens aéreas, para a entrega de prêmios aos participantes” revela a empresa. Segundo ela, diversos riscos de seu negócios decorrem exatamente destas compras.
Custos
O resultado das operações da companhia depende do número de pontos vencidos e não resgatados pelos participantes, conhecido como breakage. Este percentual é calculado de acordo com dados históricos e, caso não se mantenha nos níveis das estimativas, irá prejudicar o balanço da Multiplus.
Além disso, a empresa ressalta que não pode garantir que será capaz de repassar aos seus parceiros comerciais um eventual aumento de custos como resultado de um aumento no volume pontos resgatados.
“Se os custos de resgate em um dado exercício social excederem nossas disponibilidades de caixa, podemos não ter caixa disponível suficiente para cobrir todos os custos com resgate desse ou de exercícios sociais futuros, o que poderia causar um efeito adverso para nós” relata a companhia.
Setor
Outro perigo que o investidor deverá enfrentar é o atual estado de desenvolvimento do setor de redes e programas de fidelização no Brasil. Apesar de apresentar boas oportunidades em países europeus e nos EUA, por aqui o segmento ainda é incipiente e não existem garantias de que ele irá se desenvolver de forma similar a vista lá fora.
Por outro lado, caso os programas de fidelização se provem um negócio lucrativono país, a perspectiva de acirramento da concorrência no setor deverá penalizar os investidores. Como a própria Multiplus ressalta “não podemos garantir que o setor de redes e programas de fidelização de clientes no Brasil irá se desenvolver da forma prevista ou que o esperado aumento de competição não irá resultar em um efeito adverso para nós”.
Câmbio
Outro ponto de incerteza para o balanço da companhia, é a relação do real e seu pares internacionais, principalmente o dólar. Enquanto a maioria dos custos incorridos são denominados na moeda brasileira, a maioria das taxas recebidas pela empresa dos contratos fixados com seus parceiros comerciais é fixada na divisa norte-americana.
“As receitas provenientes de tais taxas são reduzidas quando convertidas em reais nos períodos nos quais o real sofre valorização frente ao dólar” revela a Multiplus.
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Cabo+TV+cinema, Comcast compra NBC Universal por USD 30 bilhoes
Blue Bus:
Nas manchetes do NYT, Financial Times e WSJ, ainda agora, a Comcast comprou a NBC Universal, avaliada em "mais de USD 30 bilhoes". O negócio "combina a maior gigante de TV a cabo dos EUA com o conglomerado de mídia" e "redesenha a indústria" local - avaliam.
Comentário:
Fora os aspectos legais (trust, oligopólio), preocupa-me os aspectos do relacionamento com os consumidores. Temos visto aqui no Brasil o que ocorre com esses grandes conglomerados, é campanha maravilhosa na mídia e um serviço pavoroso na vida real.
Nas manchetes do NYT, Financial Times e WSJ, ainda agora, a Comcast comprou a NBC Universal, avaliada em "mais de USD 30 bilhoes". O negócio "combina a maior gigante de TV a cabo dos EUA com o conglomerado de mídia" e "redesenha a indústria" local - avaliam.
Comentário:
Fora os aspectos legais (trust, oligopólio), preocupa-me os aspectos do relacionamento com os consumidores. Temos visto aqui no Brasil o que ocorre com esses grandes conglomerados, é campanha maravilhosa na mídia e um serviço pavoroso na vida real.
domingo, 29 de novembro de 2009
Chase eFacebook lançam programa filantrópico
O Chase e o Facebook anunciaram o lançamento do Chase Community Giving: You Decide What Matters, uma campanha popular para inspirar uma nova maneira de filantropia corporativa. O Chase está alistando usuários do Facebook, que já totalizam mais de 300 milhões, para escolher entre mais 500.000 organizações de caridade pequenas e locais receberão doações que chegarão no total a US$5 milhões. A organização mais votada ganhará US$1 milhão, as 5 colocadas a seguir receberão U$100.000 cada uma e as 100 finalistas, incluindo as vencedoras, receberão U$25.000 cada uma. Além disso, foi criado um Conselho Consultivo especial formado por pessoas envolvidas ativamente filantropia, entre as quais a atriz Eva Longoria, Nancy Lublin, fundadora do Do Something, e David Robinson, que faz parte do Hall of Fame da NBA. Eles escolherão organizações e distribuirão U$1 milhão para elas.
"Todo ano, nossa empresa doa mais de U$100 milhões para organizações não-lucrativas em comunidades locais, tanto nos EUA como no restante do mundo, e nossos funcionários dedicam inúmeras horas do seu próprio tempo para ajudar aqueles em necessidade," disse Jamie Dimon, Chairman e CEO da JPMorgan Chase & Co. "A natureza popular do Facebook nos permitirá ouvir diretamente quais são as organizações de caridade que importam mais para nossas comunidades, provavelmente criando um impacto ainda maior".
"A abordagem criativa do Chase — "crowdsourcing" para caridade — coloca o poder de doação da corporação diretamente nas mãos do usuários do Facebook," disse Sheryl Sandberg, COO do Facebook.
Esse esforço de 5 milhões de dólares através do Facebook soma-se às doações tradicionais do banco e, se for bem sucedido, o banco espera reservar uma parte maior dos seus fundos filantrópicos anuais para esse método de doação.
"Nós esperamos aplicar o aprendizado deste programa para futuros empreendimentos filantrópicos," disse Kimberly Davis, Presidente da JPMorgan Chase Foundation.
Na primeira etapa do Chase Community Giving program, os usuário do Facebook votarão em organizações não-lucrativas que eles acham que deveriam receber uma porção dos fundos para filantropia do Chase. Para reforçar o foco local desse programa, 501 organizações com uma verba operacional U$10 milhões ou menos serão elegíveis. Os usuários do Facebook podem candidatar organizações que atendam o público em geral nessas áreas: educaçao, saúde, habitação, meio ambiente, combate à fome, arte e cultura, cuidados com seres humanos e bes-estar dos animais. O Conselho Consultivo do Chase Community Giving revisará os mais votados para procurar garantir o atendimento às regras do programa. Em 15 de dezembro de 2009, as top 100 organizações serão anunciadas e receberão U$25,000 cada. Alem disso, passarão à próxima etapa.
Na segunda etapa, as top 100 terão a opção de se inscrever para o Million Dollar Grant, detalhando para os usuários do Facebook a diferença que poderão fazer em suas comunidades locais com aquela significativa injeção de novos recursos. Os usuários do Facebook votarão a partir de 15 de janeiro de 2010 e em 1º de fevereiro será anunciada a organização vencedora que ganhará 1 milhão de dólares do Chase. Ainda tem mais: cada membro do Conselho que não trabalha nem para o Chase nem para o Facebook receberá 25 mil dólares adicionais, cada um para doar à organização que escolherem. O Chase e o Conselho Consultivo reservam-se o direito de eliminar qualquer organização que não siga as regras do programa.
Conheça a página da comunidade no Facebook e a página de projetos filantrópicos do Chase.
Fonte: Chase, via Colloquy
"Todo ano, nossa empresa doa mais de U$100 milhões para organizações não-lucrativas em comunidades locais, tanto nos EUA como no restante do mundo, e nossos funcionários dedicam inúmeras horas do seu próprio tempo para ajudar aqueles em necessidade," disse Jamie Dimon, Chairman e CEO da JPMorgan Chase & Co. "A natureza popular do Facebook nos permitirá ouvir diretamente quais são as organizações de caridade que importam mais para nossas comunidades, provavelmente criando um impacto ainda maior".
"A abordagem criativa do Chase — "crowdsourcing" para caridade — coloca o poder de doação da corporação diretamente nas mãos do usuários do Facebook," disse Sheryl Sandberg, COO do Facebook.
Esse esforço de 5 milhões de dólares através do Facebook soma-se às doações tradicionais do banco e, se for bem sucedido, o banco espera reservar uma parte maior dos seus fundos filantrópicos anuais para esse método de doação.
"Nós esperamos aplicar o aprendizado deste programa para futuros empreendimentos filantrópicos," disse Kimberly Davis, Presidente da JPMorgan Chase Foundation.
Na primeira etapa do Chase Community Giving program, os usuário do Facebook votarão em organizações não-lucrativas que eles acham que deveriam receber uma porção dos fundos para filantropia do Chase. Para reforçar o foco local desse programa, 501 organizações com uma verba operacional U$10 milhões ou menos serão elegíveis. Os usuários do Facebook podem candidatar organizações que atendam o público em geral nessas áreas: educaçao, saúde, habitação, meio ambiente, combate à fome, arte e cultura, cuidados com seres humanos e bes-estar dos animais. O Conselho Consultivo do Chase Community Giving revisará os mais votados para procurar garantir o atendimento às regras do programa. Em 15 de dezembro de 2009, as top 100 organizações serão anunciadas e receberão U$25,000 cada. Alem disso, passarão à próxima etapa.
Na segunda etapa, as top 100 terão a opção de se inscrever para o Million Dollar Grant, detalhando para os usuários do Facebook a diferença que poderão fazer em suas comunidades locais com aquela significativa injeção de novos recursos. Os usuários do Facebook votarão a partir de 15 de janeiro de 2010 e em 1º de fevereiro será anunciada a organização vencedora que ganhará 1 milhão de dólares do Chase. Ainda tem mais: cada membro do Conselho que não trabalha nem para o Chase nem para o Facebook receberá 25 mil dólares adicionais, cada um para doar à organização que escolherem. O Chase e o Conselho Consultivo reservam-se o direito de eliminar qualquer organização que não siga as regras do programa.
Conheça a página da comunidade no Facebook e a página de projetos filantrópicos do Chase.
Fonte: Chase, via Colloquy
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Nova tabela de prêmio do Mileage Plus inclui novidades
Os participantes do programa da United podem, a partir de agora, usar suas milhas para reservas outras partes sua viagem – aluguel de carros e estadias em hotéis, por exemplo. O aluguel de carros está disponível apenas nos EUA e Canadá, mas hotéis podem reservados em todos o mundo. Basta acessar www.united.com/hotelandcarawards. E as condições são bem atraentes: a reserva de duas noites em um hotel de Orlando em dezembro (alta temporada!) sai atualmente por 20.650 milhas.
Outros benefícios para os participantes do Mileage Plus incluem a eliminação das taxas pela reserva de última hora de um bilhete prêmio e a redução da quantidade de milhas para bilhetes em viagens nos EUA e em vários destinos no mundo. Vôos para destinos nos EUA também deixaram de ter períodos de “blackout” e o programa também oferece “Standard Awards”, sem qualquer tipo de ”capacity control”.
Fonte: United Airlines
Outros benefícios para os participantes do Mileage Plus incluem a eliminação das taxas pela reserva de última hora de um bilhete prêmio e a redução da quantidade de milhas para bilhetes em viagens nos EUA e em vários destinos no mundo. Vôos para destinos nos EUA também deixaram de ter períodos de “blackout” e o programa também oferece “Standard Awards”, sem qualquer tipo de ”capacity control”.
Fonte: United Airlines
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