Continuando...
51. Método de descoberta de conteúdo (busca, indicação, ferramentas de descoberta, etc.)
52. Clicks
53. Percentual de tráfego gerado por mídia gratis
54. View-throughs
55. Numero de interações
56. Taxa de interação/envolvimento
57. Freqüência de interações sociais por consumidor
58. Percentual de videos assistidos
59. Pesquisas respondidas / votos recebidos
60. Associação com a marca
61. Consideração de compra
62. Numero de conteúdos gerados pelos usuários
63. Quantidade de presentes virtuais
64. Quantidade de presentes virtuais enviados
65. Popularidade relativa do conteúdo
66. Tags adicionadas
67. Atributos das tags (i.e., o quanto elas combinam com a percepção que a marca tem de si mesma)
68. Registros de logins de terceiros (Facebook Connect, Twitter OAuth)
69. Registros por canal (Web, aplicativos para desktop, aplicativos para celulares, SMS, etc)
70. Inscrições em concursos
71. Numero de participantes de chat rooms
72. Colaboradores Wiki
73. Impacto de eventos e ações offline sobre os programas de marketing social ou buzz
74. Conteúdo gerado pelo usuário que pode ser usado em outros canais
75. Consumidores atendidos
Continua(última parte)...
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
NYT publica pela 1ª vez artigo subsidiado pelos leitores
É ou não é uma nova fronteira da fidelização? Leiam o artigo de Adnews:
O "The New York Times" publicou pela primeira vez, na última sexta-feira (13/11), um artigo subsidiado pelos leitores. A organização não lucrativa Spot Us. permite que os leitores financiem trabalhos jornalísticos. Dessa forma, os participantes do site queriam ler sobre o grande tapete de lixo do oceano Pacífico e o assunto foi publicado no jornal.
De acordo com o Portal Imprensa, uma mensagem de uma estudante de jornalismo iniciou o movimento: "Olá, sou Lindsey Howshaw e voltei há um mês de uma viagem a um grande tapete de lixo no Pacífico". O Spot Us conseguiu US$ 6 mil de cerca de 100 leitores interessados no assunto, entre eles o fundador da Craiglist, Craig Newmark e o co-fundador da Wikipedia, Jimmy Wales.
Com o dinheiro, Lindsey embarcou em um navio que iria estudar o impacto da fauna do maior tapete de lixo do Pacífico, repleto de plástico e restos de lixo, que se estendem ao nordeste do Havaí e duplica a cada 10 anos.
O tapete de lixo foi encontrado pelo investigador Charles Moore há 12 anos e é um fenômeno de poluição extrema concentrada devido ao efeito de correntes marítimas que passam pela região. A costa do Japão e o Mar dos Sargaços, no Atlântico Norte, também estão em situação semelhante. Cientistas afirmam que outros locais também sofrem com o lixo, mas que o maior é o do Pacífico.
O "The New York Times" publicou pela primeira vez, na última sexta-feira (13/11), um artigo subsidiado pelos leitores. A organização não lucrativa Spot Us. permite que os leitores financiem trabalhos jornalísticos. Dessa forma, os participantes do site queriam ler sobre o grande tapete de lixo do oceano Pacífico e o assunto foi publicado no jornal.
De acordo com o Portal Imprensa, uma mensagem de uma estudante de jornalismo iniciou o movimento: "Olá, sou Lindsey Howshaw e voltei há um mês de uma viagem a um grande tapete de lixo no Pacífico". O Spot Us conseguiu US$ 6 mil de cerca de 100 leitores interessados no assunto, entre eles o fundador da Craiglist, Craig Newmark e o co-fundador da Wikipedia, Jimmy Wales.
Com o dinheiro, Lindsey embarcou em um navio que iria estudar o impacto da fauna do maior tapete de lixo do Pacífico, repleto de plástico e restos de lixo, que se estendem ao nordeste do Havaí e duplica a cada 10 anos.
O tapete de lixo foi encontrado pelo investigador Charles Moore há 12 anos e é um fenômeno de poluição extrema concentrada devido ao efeito de correntes marítimas que passam pela região. A costa do Japão e o Mar dos Sargaços, no Atlântico Norte, também estão em situação semelhante. Cientistas afirmam que outros locais também sofrem com o lixo, mas que o maior é o do Pacífico.
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