Segundo a coluna Radar, da Veja Online,a TAM acaba de receber seu primeiro Airbus equipado para permitir o uso de celulares a bordo. O A321, configurado para 220 passageiros, já está operando em rotas nacionais da empresa. Mas, por enquanto, nada de celular nas alturas. A Anac ainda analisa a liberação do falatório. Falta também a homologação da Anatel.
A previsão é de que a aprovação final demore ainda alguns meses. Na Europa, a Airbus teve essa tecnologia aprovada em 2009.
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terça-feira, 27 de julho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
Continental e TAM implementam codeshare
A Continental Airlines anunciou na última quarta-feira que implementará, a partir do próximo dia 1º de julho de 2010, vôos em codeshare com a TAM em rotas domésticas no Brasil e entre o Brasil e os EUA.
Essa cooperação segue-se ao acordo entre os programas de milhagem das duas empresas aéreas anunciado em 6 de abril e tem o objetivo de sustentar o crescimento da Continental no mercado brasileiro. Ambas as companhias fazem parte da Star Alliance.
Fonte: Continental Airlines
Essa cooperação segue-se ao acordo entre os programas de milhagem das duas empresas aéreas anunciado em 6 de abril e tem o objetivo de sustentar o crescimento da Continental no mercado brasileiro. Ambas as companhias fazem parte da Star Alliance.
Fonte: Continental Airlines
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Smiles e Multiplus buscam consolidar e expandir base de clientes
Aproveitando a proximidade do período de férias, além da Copa do Mundo, tanto a Gol como a Tam estão fazendo promoções e aperfeiçoamentos em seus programas de milhagem. A Gol está lançando o Cartão de Crédito Smiles, em parceria com Banco do Brasil e Bradesco. Já a Tam, para celebrar a entrada da companhia no grupo Star Alliance, lançou a promoção "Volta ao Mundo" - que dará a oportunidade a um de seus clientes para fazer uma volta ao mundo com os destinos da Star Alliance.
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
A marca é o melhor programa de fidelidade?
A Apple acabou de lançar o iPad e as expectativas são de ela vender 10 milhões de exemplares do produto em 2010. Muita gente já está comprando o tablet sem sequer examinar o produto - basta que tenha a maçãzinha do lado de fora. Isso é verdadeira fidelidade à marca, uma coisa que nenhum programa por si só é capaz de gerar.
Mas não pense que isso seja possível dormindo em berço esplêndido. Uns dez anos atrás, a mesma Apple piscou e quase foi pro brejo. Teve que trazer de volta o Steve Jobs e ralar feito louca algum tempo até recuperar o prestígio arranhado.
A lição foi aprendida, sem dúvida, e outras características incorporadas. Diversificação, por exemplo. Quem pensaria algum tempo atrás em um mac-telefone? E está aí o iPhone, como paradigma da nova geração de celulares.
Na minha experiência pessoal, há um caso desse "sono dos justos": a Varig. A partir da década de 70, ela passou a voar soberana nos céus brasileiros. E alhures. Paradigma absoluto de qualidade. E de atendimento. Basta dizer que os escritórios da Varig, sempre nos melhores endereços das grandes cidades mundiais, funcionavam como uma espécie de embaixada paralela do Brasil, prestando melhores serviços (e às vezes únicos, no caso de exilados) do que os escritórios oficiais. O serviço de bordo era impecável, comissários e comissárias exemplos de beleza e elegância.
No final da década de 80, no entanto, grande parte desses diferenciais era página virada. Restava apenas uma postura arrogante de seus "dirigentes". Surgia então uma pequena empresa regional e seu "tapete vermelho", encarada com escárnio pelos diretores da viação aérea riograndense. E os gringos aportavam aqui com seus programas de milhagem. Na ocasião, lembro de uma declaração do então presidente da Varig, Rubel Thomas. Questionado sobre a necessidade da Varig criar seu próprio programa, ele falou que isso era desnecessário, pois os brasileiros nunca iriam abandonar a Varig.
Mas abandonaram. Em três anos, o share nas rotas Brasil-NY caíra vinte pontos. Ao mesmo tempo, a pequena empresa de Marília começava a ocupar corações e mentes dos passageiros mais valiosos da empresa: os frequentadores da Ponte Aérea Congonhas Santos Dumont. Pior que isso, atraía o público mais jovem, que não tinha a experiência anterior de qualidade superior da Varig.
Foi aí que começaram a pensar em um programa da Varig. E nos procuraram. Contarei (mais uma vez?) essa história a seguir.
Mas não pense que isso seja possível dormindo em berço esplêndido. Uns dez anos atrás, a mesma Apple piscou e quase foi pro brejo. Teve que trazer de volta o Steve Jobs e ralar feito louca algum tempo até recuperar o prestígio arranhado.
A lição foi aprendida, sem dúvida, e outras características incorporadas. Diversificação, por exemplo. Quem pensaria algum tempo atrás em um mac-telefone? E está aí o iPhone, como paradigma da nova geração de celulares.
Na minha experiência pessoal, há um caso desse "sono dos justos": a Varig. A partir da década de 70, ela passou a voar soberana nos céus brasileiros. E alhures. Paradigma absoluto de qualidade. E de atendimento. Basta dizer que os escritórios da Varig, sempre nos melhores endereços das grandes cidades mundiais, funcionavam como uma espécie de embaixada paralela do Brasil, prestando melhores serviços (e às vezes únicos, no caso de exilados) do que os escritórios oficiais. O serviço de bordo era impecável, comissários e comissárias exemplos de beleza e elegância.
No final da década de 80, no entanto, grande parte desses diferenciais era página virada. Restava apenas uma postura arrogante de seus "dirigentes". Surgia então uma pequena empresa regional e seu "tapete vermelho", encarada com escárnio pelos diretores da viação aérea riograndense. E os gringos aportavam aqui com seus programas de milhagem. Na ocasião, lembro de uma declaração do então presidente da Varig, Rubel Thomas. Questionado sobre a necessidade da Varig criar seu próprio programa, ele falou que isso era desnecessário, pois os brasileiros nunca iriam abandonar a Varig.
Mas abandonaram. Em três anos, o share nas rotas Brasil-NY caíra vinte pontos. Ao mesmo tempo, a pequena empresa de Marília começava a ocupar corações e mentes dos passageiros mais valiosos da empresa: os frequentadores da Ponte Aérea Congonhas Santos Dumont. Pior que isso, atraía o público mais jovem, que não tinha a experiência anterior de qualidade superior da Varig.
Foi aí que começaram a pensar em um programa da Varig. E nos procuraram. Contarei (mais uma vez?) essa história a seguir.
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Walmart e Ipiranga juntam-se ao Multiplus Fidelidade
A Ipiranga e o Walmart, através de seus programas de fidelidade e de afiliação— respectivamente,Km de Vantagens e Bomclube,—são os primeiros parceiros do Multiplus Fidelidade, a rede de fidelidade da TAM. Agora, além de vôos e pacotes de viagem da TAM Viagens, os consumidores podem acumular pontos ao comprar produtos e serviços nos postos Ipirange e nas lojas do grupo Walmart. E podem resgatar os pontos nesses mesmos pontos.
O programa Km de Vantagens da Ipiranga, tem mais de 1,5 milhões de participantes e opera em todo Brasil. Os participantes acumulam kilômetros nas compras de gasolina, lubrificantes e outros produtos e serviços vendidos nos postos de bandeiras Ipiranga e Texaco, nas redes de lojas am/pm e Jetoil e nos websites ipirangashop.com e kmdevantagens.com.
Bomclube é o clube de vantagens da Walmart Brasil que premia os participantes através de pontos acumulados por compras em suas lojas. O programa tem 4,3 milhões de participantes.
Fonte: TAM
O programa Km de Vantagens da Ipiranga, tem mais de 1,5 milhões de participantes e opera em todo Brasil. Os participantes acumulam kilômetros nas compras de gasolina, lubrificantes e outros produtos e serviços vendidos nos postos de bandeiras Ipiranga e Texaco, nas redes de lojas am/pm e Jetoil e nos websites ipirangashop.com e kmdevantagens.com.
Bomclube é o clube de vantagens da Walmart Brasil que premia os participantes através de pontos acumulados por compras em suas lojas. O programa tem 4,3 milhões de participantes.
Fonte: TAM
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