A bem da verdade, não se trata de qualquer computador. O Flipboard é um aplicativo para iPad, mas não deve demorar para se expandir para outras plataformas. Arrisco-me a dizer que seu lançamento marca um novo período na curta, recente, dinâmica e atualíssima história da informática. Ou melhor, da comunicação através de equipamentos de informática. Porque vai acelerar a mudança dos nossos parâmetros de leitura. Hipertexto na veia. Até agora, os e-readers apenas emulavam a leitura como conhecemos, via jornais, revistas e livros. O Flipboard vai além disso. A não ser no nome, que remete exclusivamente ao gesto de “virar” a página. Mas o aplicativo vai além, bem além. Ele agrega conteúdos de Twitter, Facebook e outras redes, inclusive RSS, cria áreas de compartilhamento, etc. Ou seja, explora aqueles interrelacionamentos multidimensionais que caracterizam a Internet.
Vejam o vídeo.
Mostrando postagens com marcador twitter. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador twitter. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 23 de julho de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Sites de redes sociais atraem smartfones
De acordo com o último relatório da comScore, 30,8% dos usuários de smartfones acessaram sites de redes sociais via o browser de seus celulares em janeiro de 2010, 8.3 pontos acima dos 22,5% registrados um ano antes. Acesso ao Facebook via browser do smartfone cresceu 112% no ano passado, enquanto o Twitter experimentou um salto de 347%.
Leia mais (em inglês)...
Fonte: Center For Media Research
Leia mais (em inglês)...
Fonte: Center For Media Research
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
100 maneiras de medir mídias sociais - 4a. parte
Continuando...
51. Método de descoberta de conteúdo (busca, indicação, ferramentas de descoberta, etc.)
52. Clicks
53. Percentual de tráfego gerado por mídia gratis
54. View-throughs
55. Numero de interações
56. Taxa de interação/envolvimento
57. Freqüência de interações sociais por consumidor
58. Percentual de videos assistidos
59. Pesquisas respondidas / votos recebidos
60. Associação com a marca
61. Consideração de compra
62. Numero de conteúdos gerados pelos usuários
63. Quantidade de presentes virtuais
64. Quantidade de presentes virtuais enviados
65. Popularidade relativa do conteúdo
66. Tags adicionadas
67. Atributos das tags (i.e., o quanto elas combinam com a percepção que a marca tem de si mesma)
68. Registros de logins de terceiros (Facebook Connect, Twitter OAuth)
69. Registros por canal (Web, aplicativos para desktop, aplicativos para celulares, SMS, etc)
70. Inscrições em concursos
71. Numero de participantes de chat rooms
72. Colaboradores Wiki
73. Impacto de eventos e ações offline sobre os programas de marketing social ou buzz
74. Conteúdo gerado pelo usuário que pode ser usado em outros canais
75. Consumidores atendidos
Continua(última parte)...
51. Método de descoberta de conteúdo (busca, indicação, ferramentas de descoberta, etc.)
52. Clicks
53. Percentual de tráfego gerado por mídia gratis
54. View-throughs
55. Numero de interações
56. Taxa de interação/envolvimento
57. Freqüência de interações sociais por consumidor
58. Percentual de videos assistidos
59. Pesquisas respondidas / votos recebidos
60. Associação com a marca
61. Consideração de compra
62. Numero de conteúdos gerados pelos usuários
63. Quantidade de presentes virtuais
64. Quantidade de presentes virtuais enviados
65. Popularidade relativa do conteúdo
66. Tags adicionadas
67. Atributos das tags (i.e., o quanto elas combinam com a percepção que a marca tem de si mesma)
68. Registros de logins de terceiros (Facebook Connect, Twitter OAuth)
69. Registros por canal (Web, aplicativos para desktop, aplicativos para celulares, SMS, etc)
70. Inscrições em concursos
71. Numero de participantes de chat rooms
72. Colaboradores Wiki
73. Impacto de eventos e ações offline sobre os programas de marketing social ou buzz
74. Conteúdo gerado pelo usuário que pode ser usado em outros canais
75. Consumidores atendidos
Continua(última parte)...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
100 maneiras de medir mídias sociais - I
Peguei um artigo que saiu há algum tempo no MediaPost's Social Media Insider e resolvi traduzi-lo para você(s). ele foi escrito por David Berkowitz, diretor de mídias emergentes e inovação da agência 360i. Ele começa o artigo, dizendo que quando se trata da capacidade de medir mídias sociais você tem cem maneiras de fazer isso. Retoricamente, claro. Mas aí ele se pega pela palavra e lista cem maneiras possíveis. Para isso, entretanto, e ele mesmo avisa, dá uma interpretação meio livre ao tema e torna-se redundante não raro. Na primeira parte, por exemplo, a “mensuração” está toda calcaca no ‘buzz’, isto é, no barulho criado em torno da marca. Mas ‘buzz’ é mensurável? E como? De qualquer forma, é interessante acompanhar a viagem do David. Todos a bordo?
1. Volume do ‘buzz’ de uma marca que for criado pelo consumidor, baseado no número de posts
2. Quantidade de ‘buzz’, baseado no número de impressões
3. Variações do ‘buzz’ no tempo
4. ‘Buzz’ por hora/parte do dia
5. Sazonalidade do ‘buzz’
6. ‘Buzz’ competitivo (ou concorrencial)
7. ‘Buzz’ por categoria / topico
8. ‘Buzz’ por canal (foruns, redes sociais, blogs, Twitter, etc)
9. ‘Buzz’ por estágio no funil de compra (i.é, pesquisas vs transações completadas vs pós-venda)
10. Popularidade do ativo (i.e., se vários videos estão disponíveis para embedding, qual é mais usado)
Continua...
1. Volume do ‘buzz’ de uma marca que for criado pelo consumidor, baseado no número de posts
2. Quantidade de ‘buzz’, baseado no número de impressões
3. Variações do ‘buzz’ no tempo
4. ‘Buzz’ por hora/parte do dia
5. Sazonalidade do ‘buzz’
6. ‘Buzz’ competitivo (ou concorrencial)
7. ‘Buzz’ por categoria / topico
8. ‘Buzz’ por canal (foruns, redes sociais, blogs, Twitter, etc)
9. ‘Buzz’ por estágio no funil de compra (i.é, pesquisas vs transações completadas vs pós-venda)
10. Popularidade do ativo (i.e., se vários videos estão disponíveis para embedding, qual é mais usado)
Continua...
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Tendências e Insights sobre a Web 3.0
Vocês ouviram falar na web 3.0? Por supuesto, como diriam os portenhos. Mas sabem exatamente o que significa? Seria a próxima gerao da web, considerando que estamos vivendo a web 2.0, que a onda da interatividade, da colaboração, da possibilidade - pois é, possibilidade, o que não quer dizer que seja uma realidade - de todo mundo produzir e publicar contedo, de forma colaborativa ou não, relacionada ou não. Já a web 3.0 seria a web semântica, quando a rede passaria a dar sentido aos dados, ou seja, os sistemas conseguirão não apenas apresentar o dado, ou informação, mas dar contexto a esse dado. Era um desenvolvimento previsto pelo próprio Tim Berners-Lee, quando estabeleceu as bases teóricas e técnicas da World Wide Web, nos idos de 1989, embora o termo tenha sido criado neste século pelo jornalista John Markoff, em artigo escrito para o New York Times.
Como não sou cientista, nem programador, mas estritamente um usuário da web, os artigo que li até recentemente sobre o assunto pareciam um tanto sci-fi. No mínimo, remetiam para um futuro relativamente distante. Algo na linha dos processadores quânticos. E, da mesma forma como esses processadores começam a se tornar realidade, de repente, parece que a realidade da web 3.0 está mais próxima do que eu esperava. Aliás, eu e muita gente boa.
O fato que, pelo menos, os contornos da web semântica começam a ser traçados. De acordo com um documento que recebi em uma das newsletters que assino, Gege Gatt, fundador e diretor da ICON (www.iconsoftware.net), em um esforço para aumentar o conhecimento sobre a web 3.0, identificou algumas grandes tendências que estão em linha com ela.
Mapas:
Google não tem o monoplio do mapeamento inovador. Openstreetmap.org permite visualizar, editar e usar dados geográficos de maneira colaborativa de qualquer lugar do mundo. Ou seja, qualquer pessoa pode mapear qualquer coisa, desde trilhas maneiras a pistas de ski e tours de vinhos. uma espcie de wiki para mapas de interesse especial.
Organizadores Pessoais:
Muita gente ainda imprime papéis quando sai em viagem, principalmente se são viagens de negócio. Tripit.com compila um itinerário, dos tipos de transporte a data de jantares, e acrescenta relatórios do tempo, atrações dos locais onde se vai e muito mais. Muito útil também para planos de viagens com a família.
Colaboração:
Slideshare.net é um recurso muito útil para qualquer que esteja buscando o que há de mais recente em uma determinada área de interesse e queira ler isso rapidamente. Você encontra lá apresentações de powerpoint sobre tudo quanto é assunto, rankeadas e comentadas pelos usuários. 280slides.com opera no mesmo campo, mas é uma aplicação de computação em nuvem, que deixa você criar, colaborar, compartilhar as apresentações e acessá-las (ou dar acesso) de qualquer lugar do mundo.
Áudio:
Audio-visual pela web tem uma nova aplicação por dia. Duas delas parecem preencher um espaço necessário no mercado: Songkick.com e Blip.fm. Songkick é talvez o maior banco de dados de concertos do mundo. Já o Blip.fm é uma espécie de twitter para musica, pois deixava você criar uma rede social baseada em suas escolhas e recomendações musicais.
Intermedirios de Mídias Sociais:
Há uma gama crescente de ferramentas para filtrar e gerenciar o mundo Twitter. Tweetag.com, por exemplo, é uma ferramenta de busca para tweets. (Temos também o Hootsuite.com, que ajuda a gerenciar não apenas o twitter, mas outras redes, como facebook, e a brasileira twitradar.com, que monitora o twitter com interfaces visuais. FG)
Como não sou cientista, nem programador, mas estritamente um usuário da web, os artigo que li até recentemente sobre o assunto pareciam um tanto sci-fi. No mínimo, remetiam para um futuro relativamente distante. Algo na linha dos processadores quânticos. E, da mesma forma como esses processadores começam a se tornar realidade, de repente, parece que a realidade da web 3.0 está mais próxima do que eu esperava. Aliás, eu e muita gente boa.
O fato que, pelo menos, os contornos da web semântica começam a ser traçados. De acordo com um documento que recebi em uma das newsletters que assino, Gege Gatt, fundador e diretor da ICON (www.iconsoftware.net), em um esforço para aumentar o conhecimento sobre a web 3.0, identificou algumas grandes tendências que estão em linha com ela.
Mapas:
Google não tem o monoplio do mapeamento inovador. Openstreetmap.org permite visualizar, editar e usar dados geográficos de maneira colaborativa de qualquer lugar do mundo. Ou seja, qualquer pessoa pode mapear qualquer coisa, desde trilhas maneiras a pistas de ski e tours de vinhos. uma espcie de wiki para mapas de interesse especial.
Organizadores Pessoais:
Muita gente ainda imprime papéis quando sai em viagem, principalmente se são viagens de negócio. Tripit.com compila um itinerário, dos tipos de transporte a data de jantares, e acrescenta relatórios do tempo, atrações dos locais onde se vai e muito mais. Muito útil também para planos de viagens com a família.
Colaboração:
Slideshare.net é um recurso muito útil para qualquer que esteja buscando o que há de mais recente em uma determinada área de interesse e queira ler isso rapidamente. Você encontra lá apresentações de powerpoint sobre tudo quanto é assunto, rankeadas e comentadas pelos usuários. 280slides.com opera no mesmo campo, mas é uma aplicação de computação em nuvem, que deixa você criar, colaborar, compartilhar as apresentações e acessá-las (ou dar acesso) de qualquer lugar do mundo.
Áudio:
Audio-visual pela web tem uma nova aplicação por dia. Duas delas parecem preencher um espaço necessário no mercado: Songkick.com e Blip.fm. Songkick é talvez o maior banco de dados de concertos do mundo. Já o Blip.fm é uma espécie de twitter para musica, pois deixava você criar uma rede social baseada em suas escolhas e recomendações musicais.
Intermedirios de Mídias Sociais:
Há uma gama crescente de ferramentas para filtrar e gerenciar o mundo Twitter. Tweetag.com, por exemplo, é uma ferramenta de busca para tweets. (Temos também o Hootsuite.com, que ajuda a gerenciar não apenas o twitter, mas outras redes, como facebook, e a brasileira twitradar.com, que monitora o twitter com interfaces visuais. FG)
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Redes sociais estão impulsionando vendas online
Em sua pesquisa mais recente, realizada em 4 de dezembro, a comScore perguntou aos entrevistados sobre a influência das mídias sociais sobre o comportamento de suas compras para o período de final de ano. O resultado foi que 28% daqueles que já haviam começado suas compras para o período indicaram que as mídias sociais as estavam influenciando. Dos tipos específicos de mídias sociais ditadas, a leitura de críticas sobre produtos postadas por consumidores foi a mais comum (13%), seguida pelas críticas feitas por especialistas (11%). 7% dos pesquisados indicaram que seguem uma “fan page” no Facebook para aproveitar as ofertas especiais e barganhas, enquanto que 6% disseram terem sido influenciados por alguma atualização de status no Facebook que citava um produto em especial. 5% dos pesquisados indicaram que seguem uma empresa no Twitter para aproveitar ofertas especiais e barganhas, enquanto 3% disseram que foram influenciados a comprar um determinado produto pelo “tweet” de um amigo. “As mídias sociais parecem realmente estar emergindo como um canal importante de marketing neste final de ano”, afirmou Gian Fulgoni, chairman do comScore. “Por um lado, essa emergência está sendo conduzida pelo aumento da adoção dessas tecnologias pelos consumidores e o crescimento exponencial do boca-a-boca digital. Por outro lado, ter uma estratégia de mídias sociais faz sentido para varejistas nesse meio-ambiente porque tem bom custo-benefício e mostra um esforço para ficar mais próximo dos consumidores. Eu penso que estamos tendo um vislumbre inicial do impacto sobre o comércio que as mídias sociais terão nesta próxima década.”
Fonte: comScore (via Colloquy)
Fonte: comScore (via Colloquy)
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Facebook redesenha configurações de privacidade do site
Reuters:
O Facebook, maior rede social online do mundo, deu um passo em direção à abertura de partes de seu site para não-usuários nesta quarta-feira, ao incluir novas opções de privacidade.
As mudanças devem facilitar a vida de seus mais de 350 milhões de usuários, permitindo que limitem quem pode ou não ver o que pensam, o que filmam e fotografam, além de outras informações pessoais, mas também lhes dará a oportunidade de expor um conjunto mais amplo de suas informações para o público geral de internautas.
A medida aparece no momento em que buscadores como Google e Microsoft começam a se interessar em integrar aos seus resultados de buscas esse volume cada vez maior de conteúdo gerado pelo internauta nas redes sociais. Além disso, também há a crescente concorrência do Twitter ao Facebook --as informações do primeiro são abertas ao público geral.
"Certamente, queremos atender às demandas das pessoas que queiram compartilhar informações de diversas formas diferentes", disse o vice-presidente de Comunicação Global e Políticas Públicas do Facebook, Elliot Schrage.
Schrage afirmou que usuários do Facebook serão recebidos com uma mensagem no site nesta quarta-feira que os apresentará às novas opções de privacidade e irá dirigi-los a uma nova página simplificada de suas configurações de privacidade.
As mudanças não irão alterar, de forma alguma, as políticas do Facebook sobre o tipo de informação de usuários que é compartilhado com anunciantes, afirmou Schrage.
(Por Alexei Oreskovic)
O Facebook, maior rede social online do mundo, deu um passo em direção à abertura de partes de seu site para não-usuários nesta quarta-feira, ao incluir novas opções de privacidade.
As mudanças devem facilitar a vida de seus mais de 350 milhões de usuários, permitindo que limitem quem pode ou não ver o que pensam, o que filmam e fotografam, além de outras informações pessoais, mas também lhes dará a oportunidade de expor um conjunto mais amplo de suas informações para o público geral de internautas.
A medida aparece no momento em que buscadores como Google e Microsoft começam a se interessar em integrar aos seus resultados de buscas esse volume cada vez maior de conteúdo gerado pelo internauta nas redes sociais. Além disso, também há a crescente concorrência do Twitter ao Facebook --as informações do primeiro são abertas ao público geral.
"Certamente, queremos atender às demandas das pessoas que queiram compartilhar informações de diversas formas diferentes", disse o vice-presidente de Comunicação Global e Políticas Públicas do Facebook, Elliot Schrage.
Schrage afirmou que usuários do Facebook serão recebidos com uma mensagem no site nesta quarta-feira que os apresentará às novas opções de privacidade e irá dirigi-los a uma nova página simplificada de suas configurações de privacidade.
As mudanças não irão alterar, de forma alguma, as políticas do Facebook sobre o tipo de informação de usuários que é compartilhado com anunciantes, afirmou Schrage.
(Por Alexei Oreskovic)
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Depois do ‘Social Shopping’, também vem aí a ‘Social TV’
(Nota da Débora Schach, no Blue Bus. O pessoal da TV brasileira, mal acostumado pela Globo, está devendo muito em relacionamento. Será que as mídias sociais vão trazer isso para eles?)
Ao que tudo indica, a televisao tem muito a se beneficiar com as mídias sociais. Cada vez mais, os canais de TV devem conectar seu conteúdo a sites como Twitter, Facebook e MySpace para oferecer uma experiência mais completa aos telespectadores e atrair investimento dos anunciantes. Matéria da AdAge destaca que várias produtoras já estao atentas ao que fas de seus programas falam na internet e aproveitam a oportunidade para conquistar patrocinadores. A ESPN, por exemplo, oferece a possibilidade dos anunciantes patrocinarem páginas da web que reúnem tweets de diferentes personalidades associadas ao canal. A rede TBS recentemente transmitiu tweets de telespectadores de um programa em teloes na Times Square. Um talk show da Warner Bros dá acesso a um site com conteúdo exclusivo através do Twitter. De acordo com John Moore, da agência Mullen (Interpublic Group), "sao os primeiros estágios do que agora está sendo considerada a ‘TV social’...". E, pelo jeito, muita coisa ainda está por vir :- ).
Ao que tudo indica, a televisao tem muito a se beneficiar com as mídias sociais. Cada vez mais, os canais de TV devem conectar seu conteúdo a sites como Twitter, Facebook e MySpace para oferecer uma experiência mais completa aos telespectadores e atrair investimento dos anunciantes. Matéria da AdAge destaca que várias produtoras já estao atentas ao que fas de seus programas falam na internet e aproveitam a oportunidade para conquistar patrocinadores. A ESPN, por exemplo, oferece a possibilidade dos anunciantes patrocinarem páginas da web que reúnem tweets de diferentes personalidades associadas ao canal. A rede TBS recentemente transmitiu tweets de telespectadores de um programa em teloes na Times Square. Um talk show da Warner Bros dá acesso a um site com conteúdo exclusivo através do Twitter. De acordo com John Moore, da agência Mullen (Interpublic Group), "sao os primeiros estágios do que agora está sendo considerada a ‘TV social’...". E, pelo jeito, muita coisa ainda está por vir :- ).
Assinar:
Postagens (Atom)
