Aquilo que seria “a próxima fronteira” nos programas de fidelidade começa a ser ultrapassado rapidamente. Agora, foi a vez da Sephora North America anunciar o novo “Sephora Mobile shopping experience” – segundo eles, a mais avançada ferramenta de compras remotas, a "Beauty to Go".
Trata-se de um site de m-commerce que oferece aos participantes do Beauty Insiders, o popular programa de fidelidade da Sephora uma série de vantagens.
• Compras rápidas e fáceis, diretas do celular. E se você é um ‘Sephora Beauty Insider’, as informações de sua conta estão lá também.
• Críticas e notas de outros participantes. Se você estiver em uma loja Sephora e quiser saber algo sobre o que vai comprar, pode acessar mais de um milhão de críticas e notas de outros participantes.
• Histórico de compras passadas.
• Lista de compras. Você pode criar sua própria lista de compra antes de ir a uma loja, tornando mais conveniente sua experiência de compra.
• Lançamentos.
• Seu saldo de pontos e recomendações personalizadas.
• Respostas às suas perguntas, direto para o seu celular. Você pode colocar perguntas na página da Sephora no Facebook e receber as respostas diretamente.
• Guia das lojas mais próximas por GPS.
• Eventos nas lojas Sephora. Você receberá convites e também poderá conferir as próximas festas através do celular.
O SephoraMobile é acessivel de todos os smartfones, mas algumas funções só estarão disponíveis através do aplicativo Sephora Beauty-to-Go para iPhone, iTouch e iPad, que terão maneiras adicionais de fazer as compras. Em breve, será lançado uma função de scanner, usando todos os tipos de tecnologia, incluindo códigos QR, a possibilidade de assistir conteúdo em vídeo e muito mais.
Fonte: Sephora
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domingo, 8 de agosto de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Citi lança aplicativo de m-commerce
De acordo com a PaymentsSource, o Citigroup entrou no campo do móbile-commerce, com um aplicativo que combina ofertas específicas do cartão com detalhes baseado em geolocalização.
O Citi planejava enviar um email nesta terça para cerca de 1,5 milhão de seus clientes (cartões de crédito e de débito) com um link para uma versão beta do aplicativo Citi Shopper, disponível para iPhone, Blackberry, celulares com Android e outros sistemas, informou Kurt Weiss, sênior vice-president do Citi Cards.
A ferramenta difere de outros aplicativos para m-commerce porque unite “ofertas geolocalizadas, informações de preço, barganhas e também ofertas e benefícios dos cartões” e apresenta tudo isso ao consumidor como uma experiência única, disse ainda Weiss.
Fonte: Colloquy.com
O Citi planejava enviar um email nesta terça para cerca de 1,5 milhão de seus clientes (cartões de crédito e de débito) com um link para uma versão beta do aplicativo Citi Shopper, disponível para iPhone, Blackberry, celulares com Android e outros sistemas, informou Kurt Weiss, sênior vice-president do Citi Cards.
A ferramenta difere de outros aplicativos para m-commerce porque unite “ofertas geolocalizadas, informações de preço, barganhas e também ofertas e benefícios dos cartões” e apresenta tudo isso ao consumidor como uma experiência única, disse ainda Weiss.
Fonte: Colloquy.com
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Jobs anuncia o #iPhone4 em San Francisco - e encanta a plateia
Nota do Blue Bus de hoje. Reproduzo porque acho que a Apple definitivamente achou a pedra filosofal da fidelização:
"Tem 9,3mm de espessura - é o smart mais fino do mundo. Sua bateria permite mais autonomia - 7 horas de conversa ou 6 horas de navegaçao 3G. Com 326 ppl "os textos parecem impressos" - diz Jobs. O que mais? Grava e edita videos em HD com o app iMovie. Tem duas câmeras e usa cartao micro-SIM, igual ao do iPad."
"Tem 9,3mm de espessura - é o smart mais fino do mundo. Sua bateria permite mais autonomia - 7 horas de conversa ou 6 horas de navegaçao 3G. Com 326 ppl "os textos parecem impressos" - diz Jobs. O que mais? Grava e edita videos em HD com o app iMovie. Tem duas câmeras e usa cartao micro-SIM, igual ao do iPad."
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
A marca é o melhor programa de fidelidade?
A Apple acabou de lançar o iPad e as expectativas são de ela vender 10 milhões de exemplares do produto em 2010. Muita gente já está comprando o tablet sem sequer examinar o produto - basta que tenha a maçãzinha do lado de fora. Isso é verdadeira fidelidade à marca, uma coisa que nenhum programa por si só é capaz de gerar.
Mas não pense que isso seja possível dormindo em berço esplêndido. Uns dez anos atrás, a mesma Apple piscou e quase foi pro brejo. Teve que trazer de volta o Steve Jobs e ralar feito louca algum tempo até recuperar o prestígio arranhado.
A lição foi aprendida, sem dúvida, e outras características incorporadas. Diversificação, por exemplo. Quem pensaria algum tempo atrás em um mac-telefone? E está aí o iPhone, como paradigma da nova geração de celulares.
Na minha experiência pessoal, há um caso desse "sono dos justos": a Varig. A partir da década de 70, ela passou a voar soberana nos céus brasileiros. E alhures. Paradigma absoluto de qualidade. E de atendimento. Basta dizer que os escritórios da Varig, sempre nos melhores endereços das grandes cidades mundiais, funcionavam como uma espécie de embaixada paralela do Brasil, prestando melhores serviços (e às vezes únicos, no caso de exilados) do que os escritórios oficiais. O serviço de bordo era impecável, comissários e comissárias exemplos de beleza e elegância.
No final da década de 80, no entanto, grande parte desses diferenciais era página virada. Restava apenas uma postura arrogante de seus "dirigentes". Surgia então uma pequena empresa regional e seu "tapete vermelho", encarada com escárnio pelos diretores da viação aérea riograndense. E os gringos aportavam aqui com seus programas de milhagem. Na ocasião, lembro de uma declaração do então presidente da Varig, Rubel Thomas. Questionado sobre a necessidade da Varig criar seu próprio programa, ele falou que isso era desnecessário, pois os brasileiros nunca iriam abandonar a Varig.
Mas abandonaram. Em três anos, o share nas rotas Brasil-NY caíra vinte pontos. Ao mesmo tempo, a pequena empresa de Marília começava a ocupar corações e mentes dos passageiros mais valiosos da empresa: os frequentadores da Ponte Aérea Congonhas Santos Dumont. Pior que isso, atraía o público mais jovem, que não tinha a experiência anterior de qualidade superior da Varig.
Foi aí que começaram a pensar em um programa da Varig. E nos procuraram. Contarei (mais uma vez?) essa história a seguir.
Mas não pense que isso seja possível dormindo em berço esplêndido. Uns dez anos atrás, a mesma Apple piscou e quase foi pro brejo. Teve que trazer de volta o Steve Jobs e ralar feito louca algum tempo até recuperar o prestígio arranhado.
A lição foi aprendida, sem dúvida, e outras características incorporadas. Diversificação, por exemplo. Quem pensaria algum tempo atrás em um mac-telefone? E está aí o iPhone, como paradigma da nova geração de celulares.
Na minha experiência pessoal, há um caso desse "sono dos justos": a Varig. A partir da década de 70, ela passou a voar soberana nos céus brasileiros. E alhures. Paradigma absoluto de qualidade. E de atendimento. Basta dizer que os escritórios da Varig, sempre nos melhores endereços das grandes cidades mundiais, funcionavam como uma espécie de embaixada paralela do Brasil, prestando melhores serviços (e às vezes únicos, no caso de exilados) do que os escritórios oficiais. O serviço de bordo era impecável, comissários e comissárias exemplos de beleza e elegância.
No final da década de 80, no entanto, grande parte desses diferenciais era página virada. Restava apenas uma postura arrogante de seus "dirigentes". Surgia então uma pequena empresa regional e seu "tapete vermelho", encarada com escárnio pelos diretores da viação aérea riograndense. E os gringos aportavam aqui com seus programas de milhagem. Na ocasião, lembro de uma declaração do então presidente da Varig, Rubel Thomas. Questionado sobre a necessidade da Varig criar seu próprio programa, ele falou que isso era desnecessário, pois os brasileiros nunca iriam abandonar a Varig.
Mas abandonaram. Em três anos, o share nas rotas Brasil-NY caíra vinte pontos. Ao mesmo tempo, a pequena empresa de Marília começava a ocupar corações e mentes dos passageiros mais valiosos da empresa: os frequentadores da Ponte Aérea Congonhas Santos Dumont. Pior que isso, atraía o público mais jovem, que não tinha a experiência anterior de qualidade superior da Varig.
Foi aí que começaram a pensar em um programa da Varig. E nos procuraram. Contarei (mais uma vez?) essa história a seguir.
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