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quinta-feira, 10 de junho de 2010

AOL quer se tornar a MAIOR produtora de conteúdo de qualidade

Acabei de ler a notícia no Blue Bus: a AOL planeja contratar centenas de jornalistas, editores e cinegrafistas. Também pretende aumentar o número de freelancers, que hoje já sao 40 mil.

Posso estar enganado, mas a notícia tem aquele gostinho de que a empresa não aprendeu nada com os tombos dos últimos anos. Para começar, por que querer se tornar a maior e não a melhor? Há uma diferença, e significativa. A AOL já quis ser maior do que a própria Internet. Literalmente. Ela se anunciava como "easy internet" e você não tinha acesso total às propriedades do provedor caso usasse a internet "normal". Ou era assinante da America On Line, ou se funhanhasse, como diria a Dilma.

E a postura, a arrogância? Nunca vou esquecer de uma visita que fiz ao escritório brasileiro da AOL. Meu crachá não era pequeno, eu representava o Smiles e fui acompanhado do gerente de Internet de toda a Varig. Nossa proposta era hospedar nossos portais lá na AOL. Um esquema claramente ganha-ganha: a Varig deixava de gastar um bom dinheiro mensal com hospedagem, banda, manutenção, etc., e a AOL ganhava um tráfego enorme e qualificado. Detalhe: eles estavam começando aqui no Brasil e o tráfego total deles era uma fração do que oferecíamos. O americano nos ouviu com ar enfastiado, disse não e falou que, teriam o maior prazer em nos ter como clientes, desde que pagássemos tudo o que eles ofereceriam para nós. Sequer aventou a hipótese de um desconto, era tabela pura.

Por essa e outras é que tenho minhas sinceras dúvidas. Quando eles falam que querem ser a maior parece-me que continuam a assumir aquela mesma postura com que me receberam no final dos anos 90. Se quisessem ser a melhor, a postura seria certamente mais flexível - mais saudável.

Veremos, como diria o cego.

quinta-feira, 18 de março de 2010

YouTube recebe 24 horas de novos vídeos por minuto

De acordo com o Adnews,"O YouTube anunciou que a cada minuto são inseridas 24 horas de vídeo no portal. O número foi divulgado na quarta-feira (17).

O diretor de produtos do site, Hunter Walk, questionou em seu blog: "O que vem agora? 30 horas? 36 horas?". Walker também comentou a representatividade dessa marca conquistada "A quantidade diária de conteúdo inserido no YouTube a cada minuto é uma grande conquista para a nossa comunidade e fala do papel que o vídeo representa na conexão e na mudança do mundo a partir de um upload, em um momento", disse.

Em maio de 2009, o YouTube chegou a marca de 20 horas de vídeos inseridos a cada minuto. Em 2007 eram seis horas.

Gradativamente o portal adiciona conteúdo profissional em meio ao conteúdo amador. Dessa forma, espera atrair anunciantes."

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Tendências e Insights sobre a Web 3.0

Vocês ouviram falar na web 3.0? Por supuesto, como diriam os portenhos. Mas sabem exatamente o que significa? Seria a próxima gerao da web, considerando que estamos vivendo a web 2.0, que a onda da interatividade, da colaboração, da possibilidade - pois é, possibilidade, o que não quer dizer que seja uma realidade - de todo mundo produzir e publicar contedo, de forma colaborativa ou não, relacionada ou não. Já a web 3.0 seria a web semântica, quando a rede passaria a dar sentido aos dados, ou seja, os sistemas conseguirão não apenas apresentar o dado, ou informação, mas dar contexto a esse dado. Era um desenvolvimento previsto pelo próprio Tim Berners-Lee, quando estabeleceu as bases teóricas e técnicas da World Wide Web, nos idos de 1989, embora o termo tenha sido criado neste século pelo jornalista John Markoff, em artigo escrito para o New York Times.


Como não sou cientista, nem programador, mas estritamente um usuário da web, os artigo que li até recentemente sobre o assunto pareciam um tanto sci-fi. No mínimo, remetiam para um futuro relativamente distante. Algo na linha dos processadores quânticos. E, da mesma forma como esses processadores começam a se tornar realidade, de repente, parece que a realidade da web 3.0 está mais próxima do que eu esperava. Aliás, eu e muita gente boa.


O fato que, pelo menos, os contornos da web semântica começam a ser traçados. De acordo com um documento que recebi em uma das newsletters que assino, Gege Gatt, fundador e diretor da ICON (www.iconsoftware.net), em um esforço para aumentar o conhecimento sobre a web 3.0, identificou algumas grandes tendências que estão em linha com ela.


Mapas:

Google não tem o monoplio do mapeamento inovador. Openstreetmap.org permite visualizar, editar e usar dados geográficos de maneira colaborativa de qualquer lugar do mundo. Ou seja, qualquer pessoa pode mapear qualquer coisa, desde trilhas maneiras a pistas de ski e tours de vinhos. uma espcie de wiki para mapas de interesse especial.


Organizadores Pessoais:
Muita gente ainda imprime papéis quando sai em viagem, principalmente se são viagens de negócio. Tripit.com compila um itinerário, dos tipos de transporte a data de jantares, e acrescenta relatórios do tempo, atrações dos locais onde se vai e muito mais. Muito útil também para planos de viagens com a família.


Colaboração:

Slideshare.net é um recurso muito útil para qualquer que esteja buscando o que há de mais recente em uma determinada área de interesse e queira ler isso rapidamente. Você encontra lá apresentações de powerpoint sobre tudo quanto é assunto, rankeadas e comentadas pelos usuários. 280slides.com opera no mesmo campo, mas é uma aplicação de computação em nuvem, que deixa você criar, colaborar, compartilhar as apresentações e acessá-las (ou dar acesso) de qualquer lugar do mundo.


Áudio:

Audio-visual pela web tem uma nova aplicação por dia. Duas delas parecem preencher um espaço necessário no mercado: Songkick.com e Blip.fm. Songkick é talvez o maior banco de dados de concertos do mundo. Já o Blip.fm é uma espécie de twitter para musica, pois deixava você criar uma rede social baseada em suas escolhas e recomendações musicais.


Intermedirios de Mídias Sociais:
Há uma gama crescente de ferramentas para filtrar e gerenciar o mundo Twitter. Tweetag.com, por exemplo, é uma ferramenta de busca para tweets. (Temos também o Hootsuite.com, que ajuda a gerenciar não apenas o twitter, mas outras redes, como facebook, e a brasileira twitradar.com, que monitora o twitter com interfaces visuais. FG)

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Fundador do Facebook: privacidade não é mais fundamental

Matéria do Terra Tecnologia:

Mark Zuckerberg, fundador da rede social Facebook, afirmou em entrevista a Mike Arrington, site do TechCrunch, que hoje em dia a privacidade não é mais um item tão fundamental. "As pessoas estão confortáveis não apenas compartilhando mais informações de todos os tipos, mas de maneira mais aberta e com mais pessoas", afirmou.

"A pergunta que todos me faziam quando comecei, num dormitório em Harvard, era: porque eu iria querer colocar qualquer informação na internet? Porque eu iria querer ter um site?", disse Zuckerberg, de acordo com notícia publicada no britânico The Telegraph.

A verdade é que atualmente compartilha-se de tudo pela internet, e o fundador do Facebook acredita que foi "um profeta" ao perceber com rapidez a "nova regra social", que não dá tanto valor à privacidade. "A norma social é algo que evoluiu com o tempo, e nós estamos acompanhando este processo".

Zuckerberg defende que as mudanças nas regras de privacidade do Facebook - que agora disponibiliza publicamente as informações dos usuários, a não ser que estes especifiquem o contrário - estão alinhadas com as mudanças sociais.

Mas a mudança no site foi duramente criticada por jornalistas e por muitos dos usuários do Facebook. Atualmente, existem mais de 500 grupos na rede social discutindo essas mudanças, lembra o site Eletric Pig.

Para Chris Matyszcyk, do CNET News, a declaração de Zuckerberg é bastante controversa, já que há dois anos ele disse ao site Read Write Web que o controle da privacidade dos usuários era "o vetor sobre o qual o Facebook funciona".

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

45,5 milhões de brasileiros compartilham conteúdo online

(A matéria saiu em outros sites, mas escolhi reproduzir o Adnews.)

A F/Nazca com o apoio do Datafolha realizou um levantamento sobre a internet no Brasil. Segundo a pesquisa, 51% dos internautas têm o hábito de publicar na rede conteúdos feitos por eles próprios, 69%, isto é, 45,5 milhões de brasileiros costumam compartilhar on-line.

Os meios mais acessados são o Orkut, adotado por 54% dos internautas, seguido do MSN, com 45%, e do e-mail, com 41%. Os conteúdos mais compartilhados são fotos, trocadas por 49% dos usuários, seguidas de textos e vídeos, ambos com 30%.

O brasileiro se destaca pela sua assiduidade à web: 86% dos 66 milhões de internautas identificados pelo estudo entram na rede pelo menos uma vez por semana e 37% navegam todos os dias.

Ainda de acordo com o levantamento, na região sul, apenas 36% dos internautas publicam e 55% compartilham conteúdo na internet. Já no Nordeste, região com menor renda per capita do País, os números sobem para 57% e 77%, respectivamente. A colaboração reflete outra discrepância regional. Entre os nordestinos, 21% já enviaram algum conteúdo de sua autoria para veículos de comunicação, ao passo que no Sul a prática cai para 14%.

A F/Nazca realiza a pesquisa sobre internet desde o início de 2007. No levantamento de agosto deste ano, foram feitas 2.344 entrevistas em todo o País. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O desenho amostral foi elaborado com base em informações do Censo 2000 e estimativas de 2008 do IBGE.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Alto preço é barreira para o avanço da banda larga no Brasil

Segundo o Gigablog, "o governo Lula promete investimento pesado na banda larga popular, algo que pode aumentar a inclusão digital no país. Um estudo do IPEA mostrou como esse projeto é importante, pois os brasileiros pagam tarifas 18 vezes maiores que os japoneses e 7,2 vezes maiores que os americanos quando o assunto é banda larga.

Ainda segundo a pesquisa, apesar de ser mais caro, o serviço de internet no Brasil tem velocidade e qualidade bastante inferior a outros países. Para se ter uma idéia, no Brasil há 10,1 milhões de pontos de acesso de banda larga. Destes, mais da metade (66%) não tem banda superior a 1MB, o que inviabiliza o acesso a som e vídeo com o padrão mínimo de qualidade.

Como solução para o problema, o estudo propõe o aumento da concorrência para oferecimento dos serviços, redução da carga tributária – tanto para a prestação de serviço como para a importação de equipamentos – e investimentos em infraestrutura."

Fonte: Adnews

Comunidades virtuais mais acessadas do mundo

Saiu na Internet:

http://manyeyes.alphaworks.ibm.com/manyeyes/visualizations/world-map-of-social-networks-dec-2