segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Pesquisa: jovens das classes A e C sao praticamente iguais qdo online

Blue Bus:

Para os jovens brasileiros da classe A a internet significa autoexpressao e entretenimento. Para os da classe C, tem o significado de crescimento pessoal, de um passaporte para ampliar a inserçao na sociedade. Essa diferença de vivência é uma das conclusoes de uma pesquisa realizada em todo o país com jovens de 16 a 18 anos das duas classes sociais. O estudo foi feito pela Informa a pedido da agência carioca Binder/FC+M e foi tema de matéria hoje na revista O Globo. Indica aproximaçoes e afastamentos nos hábitos desses dois grupos na sua relaçao com a rede.

Basicamente, a pesquisa mostra que a diferença de classe social influencia no acesso à internet - 86% dos jovens da classe A acessam de casa, enquanto que na classe C o numero cai para 67%; por outro lado, os jovens de menor poder aquisitivo utilizam mais os locais de acesso pago, como as lan houses (24%), contra somente 11% da classe A. Também há diferenças na frequência do acesso - 72% dos jovens da classe A usam a rede diariamente; os da classe C que fazem isso somam 60%.

Uma vez online, as diferenças praticamente desaparecem - 63% dos jovens visitam o Orkut, isso nas duas classes e 76% trocam mensagens via MSN, indice que também vale para os dois grupos. Por outro lado, os jovens da classe A lêem mais na rede (21%) do que os da classe C (14%) - o indice dos que raramente lêem na web é alto nos dois grupos (34% na classe A e 45% na C).

Regionalmente, há diferenças, por exemplo, na leitura de blogs (15% dos jovens do Sudeste fazem isso, contra 4% no Norte, 8% no Sul e 10% no Nordeste e também no Centro Oeste). Os jovens do Sudeste (84%) sao os que mais acreditam que conversar com amigos é mais importante do que outras coisas na internet (indice mais baixo, nesse caso, é de 56% na regiao Sul).

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Empresas aéreas voltam a apostar em seus programas de ‘frequent fliers’ para construir a fidelidade às marcas

Segundo o The International Herald Tribune, “depois de anos diminuindo benefícios e aumentando taxas”, os programas de milhagem das companhias aéreas estão voltando a cortejar seus clientes mais fiéis. A matéria traz uma lista de upgrades e mudanças de empresas como Singapore Airlines, Qantas, American Airlines, United e Delta. “Estamos assistindo a um ressurgimento por parte das companhias aéreas, que voltaram a dar foco aos seus programas de milhagem”, afirmou Tim Winship, que analisa programas de fidelidade para o site SmarterTravel.com. Mas ele acrescentou que o tópico que interessa mais aos participantes – ser capaz de usar suas milhas para viagens grátis – permanecem um desafio, particularmente agora que as aeronaves estão voando praticamente lotadas.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Nokia anuncia serviço que transfere dinheiro pelo celular

Adnews:

A Nokia anunciou que vai oferecer serviços financeiros básicos para celulares. O Nokia Money irá permitir que os usuários enviem dinheiro, paguem contas e recarreguem crédito em seus celulares pré-pagos.

A novidade vai permitir aos usuários gerir suas finanças. Entre as funções, é possível reencaminhar dinheiro para outras pessoas através do número de telefone do destinatário, efetuar o pagamento de bens ou serviços ou carregar o cartão SIM, tudo de forma intuitiva, segundo o divulgado em comunicado.

Segundo o site PC World, alguns aparelhos precisarão que um novo software seja instalado, mas o programa pode ser baixado pelo próprio usuário, inclusive em aparelhos de outras marcas.

O serviço Nokia Money deve ser lançado em alguns mercados selecionados no início de 2010 e as primeiras demonstrações vão acontecer nos dias 2 e de setembro, na Alemanha.

A Nokia não foi a primeira a desenvolver serviços de pagamento móvel. Nesta terça-feira (25/8), as companhias Claro, VisaNet, Nokia, Visa, Bradesco e Banco do Brasil também anunciaram testes de pagamentos via celular no Brasil.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Banda Larga via rede elétrica: Aneel aprova regras para a oferta do serviço

Convergência Digital:

As distribuidoras de energia interessadas em utilizar a rede de eletricidade para transmitir dados – e, portanto, oferecer acesso à internet em banda larga – já podem fazê-lo, ainda que não diretamente. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aprovou nesta terça-feira, 25/08, o regulamento do PLC, a sigla em inglês para comunicações pela rede de energia.

A resolução aprovada não permite que o serviço seja ofertado diretamente pelas distribuidoras de energia, mas permite que elas criem subsidiárias para atuar nesse mercado. Caso as distribuidoras queiram “alugar” parte da rede elétrica, são obrigadas a oferecer a infraestrutura publicamente e aceitar a melhor oferta.

Antes mesmo da regra, duas distribuidoras – a Eletropaulo e a Copel (Paraná) – já tinham criado subsidiárias. Outras ainda estudam as possibilidades e há empresas, como a CEB, de Brasília, que chegou a engavetar os planos para priorizar outros investimentos.

O regulamento também prevê que 90% das receitas obtidas com esse “aluguel” da rede – ainda que para uma subsidiária – serão revertidos como ganhos de produtividade na hora de ser calculada a tarifa de energia.

A ideia inicial da relatora do assunto na Aneel, a conselheira Joísa Campanher, era capturar esses ganhos a cada ano, mas haveria conflito com grande parte dos contratos, os quais prevêem o cálculo do impacto dessas receitas extras somente nas revisões tarifárias - a cada três, quatro ou cinco anos.

“Se não houver uma cláusula contratual específica, as receitas do compartilhamento podem ser medidas a cada ano, nos reajustes. É o caso de distribuidoras como a Light e a Ampla, no Rio de Janeiro. Mas a maioria dos contratos prevê que isso aconteça somente no período de revisão, que depende de cada contrato e pode se dar a cada três, quatro ou cinco anos, diz Carlos Mattar, da Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição da Aneel.

O uso do PLC pode ser imediatamente adotado pelas distribuidoras no caso da telemetria, ou seja, para utilização da própria empresa de energia. No caso de oferta dos serviços de telecomunicações, a empresa que “alugar” espaço na rede de eletricidade precisa de uma autorização da Anatel, que também é responsável pela homologação dos equipamentos a serem instalados. Caso essa empresa seja uma subsidiária da distribuidora, o contrato precisa de autorização da Aneel.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Coca-Cola e Pepsi assinam compromisso sobre publicidade infantil

Adnews:

A Coca-Cola Brasil, Pepsi e outras 20 empresas líderes do setor de alimentos e bebidas associadas à ABIA (Associação Brasileira da Indústria de Alimentação) e a ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) assinaram, hoje, dia 25 de agosto, um compromisso público e voluntário de não produzir publicidade dirigida a crianças menores de 12 anos.

A ação é um desdobramento do compromisso assumido por estas empresas junto à Organização Mundial de Saúde (OMS).

O comprometimento deste grupo de empresas está alinhado com a postura de comunicação responsável adotada há muitos anos pela Coca-Cola Company. "A Coca-Cola Brasil acredita que esta é a postura de empresas responsáveis. Por isto, apoiou ativamente o desenvolvimento destas diretrizes relacionadas à publicidade para crianças e estamos felizes que a indústria de bebidas e alimentos brasileira tenha decidido adotá-las", explica Marco Simões, vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil.

A empresa já possuía há muitos anos uma política de não veicular propagandas de seus refrigerantes em programas de televisão cujo principal público-alvo fossem crianças com menos de 12 anos. Com a ampliação do portfólio da empresa para diferentes segmentos de bebidas não alcoólicas, a empresa ampliou para todos os seus produtos essa política, totalmente alinhada com a nossa plataforma de sustentabilidade Viva Positivamente.

A Coca-Cola Brasil acredita que, com a criação deste compromisso voluntário coletivo, dá uma contribuição para expandir uma postura responsável, que reconhece o papel dos pais na orientação da alimentação das crianças.

Estratégia de e-mail marketing de Obama é criticada

Meio & Mensagem:

Independente de visão política de cada um, um dos pontos mais difíceis de se criticar na campanha presidencial de Barack Obama foi o uso de e-mail marketing e database marketing. Mas nas últimas semanas, a estratégia de Obama deixou de se um case de marketing digital para passar a ser lembrado como um mero spammer.

O consultor da Casa Branca David Axelrod enviou um e-mail em nome da administração falando sobre as reformas na saúde do país para milhares de pessoas que aparentemente não pediram para ser contatadas. Seria um engano inocente, uma jogada maquiavélica dos opositores das reformas ou um ato de desespero de levar o plano para a maior quantidade de cidadãos possíveis?

CEO da Euro RSCG Discovery Zain Raj diz não acreditar em um erro inocente. O time de Obama teria feito aquilo que muitas marcas grandes fazem. "A equipe ficou tão arrogante diante da confiança e credibilidade que eles tem com os correligionários, que pensaram poder tirar vantagem", afirma. "Eles se esqueceram de quem eles estão servindo e o que tem acontecido com a marca Obama. Quando a campanha estava construíndo o nome, era parte de um movimento, mas agora ela está se tornando parte do establishment", diz.

Raj afirmou que uma parte da razão para isso ter ocorrido foi a falta dos profissionais de marketing que trouxeram o foco e delimitação da mensagem da campanha. "O comportamento está próximo à retórica. Desde que chegaram ao poder, há uma mudança fundamental ocorrendo no approach", acusa.

Pra Steve Cone, diretor de marketing da Epsilon, a ação não necessariamente foi intencional, mas que a Casa Branca pode ser culpada, já que presume que aqueles que se inscreveram para receber as atualizações somente convidam seus amigos após pedir permissão, diz. "Nos e-mails, o Governo pede que você envolva a maior quantidade de pessoas possível, assumindo que as pessoas pedirão permissão para os amigos, o que não é nada prático", diz.

Já na opinião de Stuart Ingis, sócio Venable, o Governo não tem culpa. Trata-se simplesmente de democracia. "Se os eleitos não podem se comunicar com o público por qualquer canal que seja, é um problema para a democracia. A questão antes de sabermos se as pessoas querem ou não receber os e-mails é se este tipo de comunicação deve ser deixada de lado", diz. Ele ressalta que o governo deveria poder enviar e-mails para os cidadãos, mas se as pessoas não quiserem, deveriam ser respeitadas.

Independente de quebrar a lei ou não, Margie Chiu, vice-presidente de serviços estratégicos da Wunderman, diz que não é bom para os anunciantes usar e-mails se o próprio governo está sendo visto como spammer. "Algo assim torna as coisas mais difíceis para nós, porque já há uma desconfiança em cima de e-mails e spams. E um incidente assim alimenta isso", acredita a executiva, que diz que a Casa Branca fez mal em não assumir a responsabilidade.

Por causa do Spamgate, a Casa Branca lançou um comunicado jogando a culpa em "grupos externos", que teriam adicionado à lista de e-mails pessoas que não desejavam recebê-los. John Cornyn, senador republicano, disse que Obama estaria utilizando a caixa de informações que deveria servir para coletar feedback sobre o plano para a saúde para coletar nomes e contatos, o que foi negado pela Casa Branca.

Para Raj, da Euro, o governo Obama, como outras marcas já precisaram, terá que fazer ajustes. "Toda grande marca enfrenta fatos que chacoalham com ela. A marca Obama também passa por isso e espero que eles aprendam que é melhor ouvir os consumidores do que não ouvi-los", conclui.

Do Advertising Age.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Resgate de prêmios: cartões de débito estão sendo usados mais do que cartões de crédito

Segundo um relatório da CardLine, a inscrição em programas de fidelidade de cartões de débito tem crescido entre consumidores. Os dados podem ser analisados no First Data’s Consumer Loyalty Study, estudo realizado pela unidade de pesquisa da First Data, a First Data Competitive Intelligence, que entrevistou 2.449 consumidores americanos em abril e descobriu que 45% deles eram participantes em programas de cartões de débito. No ano passado, a taxa era de 34%. O estudo também descobriu que os consumidores estão resgatando com mais freqüência pontos dos cartões de débito do que os de seus programas de cartões de crédito.

Quem quiser uma cópia do estudo, envie um email para fernando.gguimaraes@gmail.com